UNESCO usa as redes sociais para popularizar conhecimento sobre Declaração dos Direitos Humanos

Por ocasião do Dia dos Direitos Humanos, celebrado todos os anos em 10 de dezembro, a organização da ONU desenvolveu um aplicativo que permite ao internauta escolher o artigo com o qual mais se identifica. Campanha termina neste domingo (14).

Imagem do aplicativo da UNESCO. Arte: UNESCO

Desde 1948, data de sua aprovação, os 30 artigos da Declaração de Direitos Humanos já inspiraram as constituições de Estados e democracias recentes na garantia de sociedades mais justas. Pensando em transmitir esses princípios aos jovens brasileiros, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) criou um aplicativo que permite aos usuários marcar qual dos artigos ele ou ela mais se identifica.

A ação marca a data de comemoração do Dia dos Direitos Humanos, celebrada todos os anos em 10 de dezembro. O aplicativo, desenvolvido para o Facebook, estará disponível até o próximo domingo (14), oportunidade em que os internautas também poderão expressar os seus sentimentos sobre os itens da Declaração.

Para a UNESCO, o objetivo é popularizar o conteúdo da Declaração Universal dos Direitos Humanos a um público mais amplo, e incentivar seus seguidores a participar de sua implementação, já que essa tarefa é de responsabilidade coletiva, ou seja, cada pessoa deve fazer a sua parte e não deixar recair apenas sobre governos ou instituições.

“Compartilhar a ideia dos direitos humanos criando condições para a sua implementação é, em nossa opinião, a melhor forma de celebrar o Dia. Ainda mais quando damos voz à manifestação das pessoas sobre os artigos, possibilitando-lhes dar um significado a seu sentimento individual”, explica a representante adjunta e diretora da área programática da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto.

A Declaração reúne 30 artigos que sintetizam alguns dos direitos humanos fundamentais, entre direitos econômicos, sociais e culturais. Os direitos humanos, por definição, são universais, inalienáveis, interdependentes e indivisíveis. Isso significa que, por exemplo, todos os seres humanos, em todo o mundo, têm direito à vida, ao trabalho decente e à educação, logo esses e os demais direitos devem ser usufruídos em sua plenitude. A garantia ou a melhoria de um direito faz avançar os demais, já a privação de um direito afeta ou viola todo o conjunto dos direitos humanos.

Clique aqui para participar

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